Um levantamento feito por estudiosos mostra que a psoríase afeta, atualmente, mais de 125 milhões de pessoas no mundo. A doença inflamatória crônica da pele é ainda pouco conhecida pelas pessoas e, por isso, causa danos a seus portadores, afetando principalmente a sua qualidade de vida e o seu convívio social. A psoríase não é contagiosa, atinge mais pessoas de pele branca e não existe rotina de prevenção.
Vários fatores podem desencadear a doença, em qualquer fase da vida de uma pessoa. Além da predisposição genética, a psoríase pode ser provocada ou agravada pelo estresse emocional, traumas ou irritações na pele, infecções de garganta, baixa umidade do ar e uso de alguns medicamentos. Caracteriza-se por lesões róseas ou avermelhadas, recobertas de escamas secas e esbranquiçadas localizadas, em geral, no couro cabeludo, cotovelos e joelhos, sola dos pés e palmas das mãos, podendo em alguns casos, se espalhar por toda a pele.
O diagnóstico deve ser feito por um médico, de preferência dermatologista. Em geral, é fácil de ser identificada a partir da história clínica do paciente e das lesões típicas. Normalmente, o médico solicita a coleta de raspagem das lesões para exame e, em outros casos, pede a biópsia de pele.
O tratamento da doença deve ser individualizado, mas não causa transtornos ao portador. Na maioria das vezes, se restringe a aplicação de medicação no local.
Como forma de melhor esclarecer sobre a doença, foi criado o Dia Mundial da Psoríase, comemorado todo dia 29 de outubro. A data serve para melhorar o fluxo de informações sobre a doença para a população, de modo a diminuir o preconceito.